Resenha 07: Apologia de Sócrates (Platão)

Coleção: A Obra-prima de cada autor.

Apologia de Sócrates/Banquete (20). São Paulo: Martin Claret, 1999, 176 pp.

Tradução: Jean Melville

Texto Introdutório: Paul Tannery

Categoria: Filosofia

Nesta resenha, abordarei especificamente a obra “Apologia de Sócrates”. Apenas, saliento, à guisa de introdução, que esta coleção tem o seu lugar de importância na acessibilidade de literatura de alta qualidade ao leitor brasileiro mediano. Os primeiros números constaram de leituras de textos integrais, selecionando uma ou duas obras de cada autor considerado notável entre os literatos universais. À medida que a coleção foi se encorpando, os editores decidiram acrescentar mais de uma obra de cada autor, fugindo assim do projeto que intitula a coleção, porém, brindando-nos com mais de uma obra de autores consagrados. No entanto, é necessário dizer que a diagramação não é uma das melhores e o texto condensado em poucas páginas e em livros de pequeno tamanho dificultam a leitura e perdem no efeito estético. Nesta edição, adicionalmente, vale destacar que a obra não afirma se a tradução é feita do grego ou de outra língua.[i]

Faz-se necessário, porém, uma nota de elogio adicional à Introdução feita pelo estudioso francês do século XIX, Paul Tannery. Seu perfil biográfico sobre a vida, a obra e a doutrina de Platão é uma peça muito bem construída, constando de um resumo muito elucidativo das obras “A República” e “Das Leis” e interage com seus escritos matemáticos com maestria (Tannery era matemático), como a descrição do Eudemo e Timeu. É um resumo muito elucidativo para o neófito em Platão.

Quanto à obra “Apologia de Sócrates”, creio ser um dos melhores escritos para ser iniciado na riquíssima literatura platônica. A obra apresenta o discurso de defesa de Sócrates, sua apologia contra os seus acusadores e consiste num belo resumo da filosofia socrática. É um dos poucos livros de Platão que não é escrito em forma de diálogo. Lembremo-nos que Platão era discípulo de Sócrates e o estilo que imprimiu em sua obra tornou seus textos peças atraentes para vários públicos. Ele se valeu dos recursos dramatúrgicos de sua época.  Ele utilizava Sócrates como personagem principal de suas tramas, mesclando ensinos socráticos e implementando suas próprias doutrinas ao longo dos diálogos. Em Apologia de Sócrates, é bem possível que Platão tenha reproduzido a suma do discurso real de Sócrates em sua defesa.

Recentemente, publiquei uma resenha de O Drama da Doutrina, de Kevin J. Vanhoozer, na qual apresenta o valor da dramaturgia aplicada à Teologia. Platão já sabia disto no quarto século a.C. Neste sentido, Paul Tannery diz que:

foi ele [Platão] um verdadeiro criador; podemos comparar seu gênio literário ao dos grandes dramaturgos. Traz, destes, a mesma melancolia e, com estes, só alcançou a perfeição de sua arte tardiamente e depois de alguns ensaios imperfeitos. (p. 20).

Por volta de 399 a.C., Sócrates foi acusado junto ao pórtico do arconte-rei por um poeta chamado Meleto, Ânito (rico industrial e negociante) e Lícon (um orador obscuro). A base da acusação era corrupção de jovens, abandono da religião grega e adoração a deuses estranhos aos da cidade.

Sócrates já era conhecido de todos e esta não foi a primeira acusação ou tentativa de silenciar o filósofo. No passado, Sócrates exercera cargos importantes, como o de Senador em Atenas. Em um determinado caso, Sócrates se opôs a que fosse realizado julgamento coletivo de pena capital a alguns homens. Sócrates exigia que cada homem fosse julgado individualmente. Por este motivo, recebeu profundas acusações e tramaram até mesmo matá-lo, mas não conseguiram matá-lo. Em outra ocasião, Sócrates se recusou a se apropriar das riquezas de certo Leão Salamínio, mesmo que intimado a isto. Sua consciência, pautada pela justiça, fê-lo negar-se a realizar tal injustiça. Outros foram em seu lugar e por pouco ele não foi morto.

Perceba que havia muito tempo, as autoridades e nobres de Atenas já tramavam contra a vida de Sócrates. Na ocasião em que esta obra é ambientada, Sócrates já não exerce mais nenhum cargo público e já está avançado em idade. Por que, então, nova acusação se fez contra ele?

Atenas passava por um processo de reconstrução e a influência de Sócrates levava muitos jovens a se opor ao governo, aos comerciantes e ao sistema político ateniense, por meio de suas críticas. Isto era um perigo para os negócios de Ânito. Sócrates também causava inveja nos demais oradores e poetas. É possível que estes três se reuniram numa causa comum (o ódio a Sócrates) e perpetraram esta acusação contra ele.

Naquela época, o acusado tinha direito a receber a defesa de um advogado. Sócrates negou isto e ele mesmo fez sua defesa. Durante o discurso de defesa, não era permitido ao acusador nenhuma intervenção, a não ser responder perguntas. Sócrates se aproveitou disto para inquirir seus acusadores, de maneira que eram obrigados a responde-lo. Não adiantou, por mais que a força argumentativa de Sócrates demonstrasse sua inocência, ele foi condenado. Dos 501 juízes, Sócrates recebeu 220 votos favoráveis, mas 281 contrários. Eis o background em que a Apologia de Sócrates é realizada.[ii]

A obra é dividida em 3 partes. Na primeira parte, Sócrates faz a sua defesa propriamente dita das acusações apresentadas pelos seus detratores. Após esta defesa, ocorre a votação e Sócrates perde. É-lhe dada a oportunidade de sugerir uma pena alternativa e, utilizando-se da ironia, Sócrates, sugere um benefício estatal, pelo que incita mais ira ainda no meio de seus inimigos. Não deu certo, pois o tribunal resolveu, ainda assim, condená-lo à morte. A terceira parte é o discurso de Sócrates após a decisão da pena capital. Neste discurso faz vaticínios e tece alguns comentários sobre a morte.[iii]

Se você já se colocou em uma situação de injustiça e foi acusado severamente por se manter fiel em posicionamentos corretos, esta Apologia é um texto que deve ser lido certamente. Note-se, entretanto, que nem todos os pressupostos de Sócrates são corretos, como veremos.

Na primeira parte, Sócrates já deixa claro que é inverídica a acusação. Algo interessante em nossos dias de tolerância até mesmo para com os que estão nos extorquindo e nos violentando. Existem momentos na vida em que precisamos afirmar: É mentira! Esta história de dizer: “Não, deixa pra lá!”, de forma passiva é um convite ao abuso.

Em sua defesa afirma que sua oratória não consiste em recursos espalhafatosos e sofísticos, mas em falar a verdade. Este é o mérito do acusado, o do juiz é o de julgar com justeza as palavras (uma alfinetada de leve nos juízes). Sócrates aponta que as acusações que faziam agora não eram novas. A acusação de não crer nos deuses já vinha sendo feita desde a época de Aristófanes. Sócrates aponta tais acusações como caluniosas.

Ele passa a mostrar que seu ensino é válido e sua índole pode ser comprovada no fato de que nunca cobrara para ensinar, ao contrário dos sofistas. Sócrates vai dando curso ao seu argumento de defesa, apontando possíveis perguntas do tipo: “mas de onde vem tua sabedoria?” Sócrates afirma que uma pessoa presente sabia que a pitonisa de Delfo afirmou que Sócrates era de fato o homem mais sábio. Então, o próprio Sócrates tentou provar o erro da pitonisa, procurando homens que o refutassem, mas não os encontrou.

Procurou obter sabedoria entre poetas e artífices. Veja a forma incisiva como Sócrates descortina os erros deles. Sobre os poetas: “embora digam muitas e belas coisas, não sabem nada daquilo que dizem” (p. 63). Sobre os artífices: “pelo fato de exercitar bem a própria arte cada um pretendia ser sapientíssimo também nas outras coisas de maior importância, e esse erro obscurecia o seu saber” (p. 63). Você já viu alguém assim?  Você conhece alguém assim? Já se viu nesta descrição? São aquelas pessoas que são capazes de expressar conceitos difíceis em linguagem técnica, mas quando perguntados em particular para explicar o conteúdo de uma maneira mais simples, só conseguem dificultar mais a compreensão. O outro tipo de pessoa é mais comum. Por dominar determinada área do saber, acha que já pode emitir juízo sobre tudo, como se fosse um PhD na área; o pior é quando o indivíduo não domina nada e já se acha um expert em tudo (queira Deus que um dia eu saia desta situação).

Por buscar a verdade, Sócrates permaneceu pobre. Porém, sua busca atraía a atenção de todos; admiração de alguns e ódio de muitos. Por se convencerem de que eram ignorantes (pelo menos em sigilo), passaram a acusar Sócrates.

Sócrates passa a mostrar que um homem pobre como ele não desvirtuaria jovens voluntariamente, a troco de quê? Então, o que sobra para Sócrates é fazer o mal involuntariamente. Mas neste caso, mereceria advertência e não julgamento. Porém, Meleto não demonstra amor e respeito, pois ao invés de advertir Sócrates levou-o ao tribunal.

Além disto, Meleto cai em contradição dizendo que Sócrates não cria em deus nenhum e atribuindo coisas a Sócrates que já haviam sido ditas por muitos filósofos. Sendo assim, Sócrates ironiza e zomba do argumento acusatório de Mêleto.

Sócrates refuta de forma magistral a acusação de ateísmo. Mêneto disse que o ensino de Sócrates era demoníaco, mas se alguém crê em ensino demoníaco também deve crer em demônios e se o faz automaticamente deve crer em deuses, uma vez que os demônios são filhos dos deuses com ninfas. Argumento autorefutatório.

Trata ainda do medo da morte. Muitas pessoas desistem de suas missões pelo medo da represália e da morte. Sócrates não volta atrás em nada de seus ensinos, pois o importante é ser justo e obedecer a um princípio (e ele julgava que este princípio era uma obediência ao deus, contra quem não poderia se opor). Utiliza os heróis de Ilíada como exemplo de coragem para morrer por seus princípios. Entre o deus e o parecer dos juízes, Sócrates ficaria com o deus.

Há uma forte intertextualidade entre Atos 4:18-20 com A Apologia de Sócrates. Compare:

Atos 4:18-20: “Chamando-os, ordenaram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem em o nome de Jesus. Mas Pedro e João lhes responderam: Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos.

Apologia de Sócrates: Mesmo se me dissésseis: ‘Sócrates, agora não damos crédito a Anito, mas te absolveremos, contanto que não te ocupes mais dessas tais pesquisas e de filosofar, porque, se fores apanhado ainda a fazer isso, morrerás’; se, pois, me absolvêsseis sob tal condição, eu vos diria: ‘Cidadãos atenienses, eu vos respeito e vos amo, mas obedecerei aos deuses em vez de obedecer a vós e, enquanto eu respirar e estiver na posse de minhas faculdades, não deixarei de filosofar e de vos exortar ou de instruir cada um, quem quer que seja que vier à minha presença (…)”. (p. 72).

Sócrates tinha uma missão e não abriria mão dela de forma alguma. Qual? “parece que o deus me designou à cidade com a tarefa de despertar, persuadir e repreender cada um de vós, por toda parte, durante todo o dia.” (p. 73).

O sacrifício de seu tempo, de sua família e a sua não busca por dinheiro apontam para um testemunho último da inocência de Sócrates: sua pobreza.

Sócrates apresenta um dado interessante que lembra a missão de Jesus. Ele foi político, mas diante do “deus” que o guiava ausentou-se da política, pois se continuasse com a aplicação da justiça logo seria morto. Então, ausentou-se do cenário político para poder se dedicar ao povo integralmente e, assim, passou anos filosofando fora dos holofotes e isto poupou sua vida. Porém, quando veio a acusação, sabia que iria morrer e não voltou atrás. Jesus, também, sabendo de sua missão e que os judeus tramavam matá-lo, trabalhou longe dos holofotes. Porém, quando chegou sua hora de morrer, não fugiu e não procurou ser liberto da morte. Aliás, Cristo sabia que sua missão envolvia a morte. Só que no seu caso, sua morte foi redentiva, a de Sócrates, não.

Outra evidência apresentada de sua inocência é ausência de qualquer testemunha parente de algum jovem que viesse denunciar que havia corrompido seu familiar. Não havia evidência da perversão dos jovens.

Sócrates termina essa parte não apelando ao emocionalismo, mas convocando os juízes a fazerem seu julgamento por meio da razão e da análise dos fatos descritos. (LEMBREI-ME DE MINHAS PETIÇÕES A DEUS, QUANDO ORO EM PROL DE MINHA VIDA E SAÚDE, APRESENTANDO COMO ALEGAÇÃO OS MEUS FILHOS PEQUENOS, PENSANDO O QUÃO DIFÍCIL SERIA PARA ELES FICAREM ÓRFÃOS DE PAI).

Sócrates tendo a oportunidade de fazer isto aos juízes, não levou seus filhos ao tribunal, como muitos faziam. Estrebuchar por meios escusos e psicoafetivos pela libertação da morte, é covardia. Deve-se encorar os falsos julgamentos por meio da verdade exposta, meramente isto. Foi assim que Sócrates agiu.

Como já descrito acima, nada disto adiantou. Então Sócrates, passa à segunda parte, onde tem a oportunidade de propor uma pena alternativa. Aqui, alguns julgam, que Sócrates, de fato, desejava morrer e, então, usa de ironia, para provocar mais ainda a ira de seus juízes.

Eis sua contraproposta dita em paráfrase: “eu que trabalhei a vida toda com afinco em todos os postos, sem desejar riquezas ou cargos e grandes postos. Sou digno e merecedor de um bem – nutrição às expensas do Pritaneu. Sou mais merecedor que atletas olímpicos (corridas de cavalos, bigas, quadrigas). Eles fazem com que vocês se sintam felizes, eu com que vocês sejam felizes. Eles são ricos e não têm necessidade de subsistência, eu sim.”

Sócrates critica a lei ateniense que dispensava um dia apenas para um julgamento capital, ao contrário de outros povos que tinham um processo mais demorado. Sócrates afirma que se tivesse mais tempo conseguiria convencê-los de sua inocência porque “não é fácil, em pouco tempo, destruir grandes calúnias” (p. 83).

Sócrates novamente tem uma grande intertextualidade com Jesus sobre a dureza de seu discurso. Compare:

João 6:60,61,66,67 – “Muitos dos seus discípulos, tendo ouvido tais palavras, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? Mas, Jesus, sabendo por si mesmo que eles murmuravam a respeito de suas palavras, interpelou-os: Isto vos escandaliza? (…) À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele. Então, perguntou Jesus aos doze: Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?

Apologia de Sócrates – “Vós que sois meus concidadãos acabastes por não achar meios de suportar meus sermões; estes se tornaram para vós um fardo bastante pesado e detestável para que procureis hoje livrar-vos dele; serão os meus sermões mais fáceis de suportar para os outros? Muito longe disso, atenienses! (p. 83).

Sócrates não cede a sugestões de alguns a fim de pagar fiança ou viver longe da pátria, mas se nega a fazê-lo. Aponta para o erro que os juízes estão cometendo de condenar um sábio injustamente e afirma que não seria liberto porque não iria adular os juízes.

Ele termina a segunda parte com uma sequência de raciocínio impressionante, agora, acusando não só Meleto, Anito e Lícon, mas os juízes também:

No entanto, senhores, talvez o difícil não seja isso: fugir da morte. Bem mais difícil é fugir da maldade, que corre mais veloz que a morte. Neste momento eu, preguiçoso como sou e velho, fui apanhado pela mais lenta, enquanto os meus acusadores, válidos e leves, foram apanhados pela mais veloz: a maldade.

Assim, eu me vejo condenado à morte por vós; vós, condenados de verdade, criminosos de improbidade e de injustiça.

Eu estou dentro da minha pena, vós dentro da vossa.

Essas coisas, por certo, devessem acontecer mesmo assim.

E creio que cada qual foi tratado adequadamente. (p. 85).

Na parte III, temos o último discurso de Sócrates, após sua condenação. Ele faz um vaticínio contra seus acusadores e mostrando sua crença nos deuses, sugere que Zeus faria vingança contra esta injustiça, matando os acusadores de Sócrates, o que de fato se confirmou pouco tempo depois. Meleto foi condenado à morte; Anito exilado em Heracleia (onde foi apedrejado) e Lícon suicidou-se de desespero. Sócrates teve uma estátua erguida em uma praça de Atenas.

Dirige-se, também, aos que o absolveram e afirma a inocência deles neste julgamento e os tranquiliza dizendo que sabia estar indo para o lugar certo: a morte. Esta evidência vinha do sinal dos deuses que sempre o dirigiam, impelindo sua consciência a ir contra algo errado, mas agora enquanto caminhava para a morte sua consciência estava em paz. No Hades, para onde iria teria o benefício de conversar com muitas pessoas, inclusive com homens que também foram julgados injustamente.

Sócrates parte para a morte resoluto, porém, com uma crença de mérito pessoal: “não é possível haver algum mal para um homem de bem, nem durante sua vida, nem depois de morto; que os deuses não se desinteressam do que a ele concerne.” (p. 90).

O livro é vasto em lições e exposições da filosofia socrática: a maiêutica, a justiça não se vende, é inegociável, a ironia deve ser aplicada com a finalidade de ensinar os homens. Entretanto, apesar das inúmeras comparações com Cristo e seus discípulos, Sócrates peca em um detalhe: a crença no mérito pessoal. Este pequeno aspecto, o torna totalmente alheio ao Cristianismo, mesmo com as muitas semelhanças acima elencadas. Ainda assim, o livro possui o seu valor como material retórico, lógico, jurídico e apologético. Sua leitura é indispensável para quem deseja conhecer Platão e Sócrates, estas duas figuras notáveis!

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[i] A editora tem sido acusada de plágio. Alguns especialistas em tradução afirmam que tradutores como Jean Melville (o tradutor desta edição) levariam uma vida inteira e não conseguiriam traduzir a quantidade de obras que levam os seus nomes. Para uma reportagem sobre plágio na Martin Claret, leia: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0411200716.htm. Acesso em 08/02/2017. Talvez por isto, a Martin Claret se resguardou e publicou uma nova tradução de Apologia de Sócrates (Coleção A Obra-Prima de Cada autor. Número 300. São Paulo: Martin Claret, 2009), realizada por uma doutora em Letras e Linguística, Sueli Maria de Regino, com tradução do texto direto do grego, tudo isto bem especificado, coisa que não aconteceu na presente edição. Ainda consta o texto grego de onde foi realizada a tradução.

[ii] Boa parte destes dados são extraídos de: HUISSMAN, Denis. Sócrates. Leituras Filosóficas. Edições Loyola, 2006.

[iii] REGINO, Sueli Maria, Introdução, In: Platão. Apologia de Sócrates (Coleção A Obra-Prima de Cada autor, número 300). São Paulo: Martin Claret, 2009, pp. 10,11.

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2 comentários sobre “Resenha 07: Apologia de Sócrates (Platão)

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