Resenha 28: Em busca do sentido da vida (Augusto Cury)

RESENHA 28

Em busca do sentido da vida

Augusto Cury

 

 

São Paulo: Planeta, 2013, 368 pp.

 

Categoria: Romance

Leitura realizada entre os dias 05/04/2017 e 01/05/2017

 

Esta obra é a continuação de O Colecionador de Lágrimas: holocausto nunca mais[i][ii]. Se você é daqueles leitores que não gostam de spoilers da obra, nem de saber o final da trama, então é melhor que você leia o livro antes desta resenha, pois para as finalidades da presente resenha faz-se necessário “contar o final da estória”.

 

Atenhamo-nos à trama. Finalmente o professor Júlio Verne tentará cumprir sua missão de voltar ao passado e impedir a realização do Holocausto, o massacre de aproximadamente 6 milhões de judeus durante a II Guerra Mundial.

 

Já no prefácio, Augusto Cury deixa claro que teme pela saúde emocional da humanidade e acredita que isto pode ser corrigido se os alunos além de terem informações adquiridas ao longo do processo de ensino, tenham também uma pedagogia voltada para a educação da emoção desde o ensino infantil até o doutorado (cf. p. 11). Seu temor entre outras coisas é pela escassez de alimentos e o aquecimento global, temas recorrentes no globalismo, sendo que deste último não existem tantas evidências apesar do alarde.[iii]

 

Lembremo-nos que Júlio Verne mora em Londres, na década de 40 do século XXI, um mecanismo psicológico de Cury para aumentar a dramaticidade e apelar para o risco do desconhecido. Verne consegue “viajar” para a Alemanha, em dezembro de 1941 e, frustrado, lamenta pelo fato de não ter impedido o envio de judeus para os campos de concentração. Lá, ele encontra novamente Rodolfo e começou a perceber como o Nazismo gradualmente ia impondo sua política antissemita. Num dos diálogos, Júlio Verne deixa claro que um dos grandes problemas da humanidade é uma educação carregada de informação[iv] (p. 36), sem pensadores autônomos, o que gera uma sociedade facilmente manipulável. Sua interlocutora, Anna, acreditava em um certo messianismo educacional e Júlio Verne também (p. 37).

 

Uma frase de efeito extraída da esperança eterna dos que creem é trazida para a esperança no “aqui e agora” dos que se mantém esperançosos com esta vida: “sem esperança, se morre, ainda que vivendo; com ela se vive, ainda que morrendo” (p. 55). Quando o leitor chega a um momento de tensão, no qual Júlio Verne corre risco de vida na Alemanha nazista, a solução de Cury é abrir uma fenda cósmica que o transporta novamente para o futuro (p. 57).

Ao chegar ao ano de 1945, novamente, Júlio Verne descobre que não passou mais de 1 minuto na máquina do tempo, apesar de em sua mente ter passado 1 semana no passado. A equipe desconfiou da real possibilidade de envio e um de seus membros, o Dr. Runner, desconfiou que o professor estivesse sofrendo de uma esquizofrenia paranoica. Neste interim, Júlio descobre a primeira carta de Viktor Frankl endereçada a ele, afirmando que não se deve temer morrer em Auschwitz, mas de viver em uma existência sem sentido (p. 73). A esposa de Verne estava grávida e muito confusa com toda aquela situação. Mesmo assim, Verne resolve voltar novamente ao passado, revelando seu messianismo na frase: “Kate, jamais os abandonarei. Eu voltarei…” (p. 81). O que o guia neste processo, ecoando Lutero, é a fidelidade à sua própria consciência, o qual afirma: “estou sendo fiel à minha consciência… Quem não é fiel à sua consciência tem uma dívida impagável consigo mesmo. Não quero morrer com essa dívida” (p. 82).

 

Então, Júlio faz sua segunda viagem e desta vez foi parar na casa de judeus, na primavera de 1942. Foi parar em Frankfurt, na residência do Dr. Kurt. Muitas famílias judias já tinham sido deportadas para os campos de concentração. Os alemães passavam por um processo de lavagem cerebral encabeçado por Goebbels, que cada vez mais utilizava meninos e adolescentes, totalmente cativos ao sistema nazista, já que “serviçais não podem pensar” (p. 92), segundo o Nazismo.

 

Ao longo da trama, Augusto Cury continua apresentando seu conceito de que “a verdade” é um fim inatingível (p. 100), que qualquer sistema de verdades absolutas leva a um fundamentalismo e a um totalitarismo (pp. 100,101). Cury dá indícios de ser kantiano ao longo do capítulo 10. Novamente, um feedback com Viktor Frankl é estabelecido por meio de uma carta do grande psiquiatra endereçada a Verne: “busque um sentido para sua vida (…). É a melhor maneira de ficar consciente e manter-se vivo” (p. 108). No capítulo 11, Júlio Verne se fez passar por um oficial da SS e conseguiu enganar os guardas da própria SS. Sua trama logo é descoberta e ele é levado para um campo de concentração em Auschwitz.

 

Uma parte intrigante da trama está nas palavras de um senhor de idade que afirma a existência de Deus, como se fossem palavras de alguém que conseguiu atingir o coração de Cury: “Se Deus não existir, ninguém cobrará a crueldade dos sociopatas nem aliviará a dor dos feridos…Mas, se Ele existir, a alma é real e imortal, e a vida, por mais curta ou longa, tornar-se-á um pequeno texto…e a morte, por mais violenta que seja, se converterá apenas numa vírgula” (p. 141).

 

No campo de concentração, Júlio Verne passa a descrever a realidade dos judeus, possivelmente baseado nos relatos escritos de Viktor Frankl (p. 144). Então, já no capítulo 17, ele tem um encontro com Viktor Frankl, que resume seu discurso de esperança com as seguintes palavras: “Se não encontrarmos um sentido para nossa dor, enlouqueceremos, já estaremos mortos. Quando não conseguimos mudar a realidade somos desafiados a mudar a nós mesmos.” (p. 164). No capítulo 19, Julio Verne vai parar na solitária e tem um surto psicótico. Foi salvo por meio de cartas que Viktor Frankl lhe enviava ao subornar o kapo local.

 

O professor gradualmente vai revelando suas ideias e parece crer no mito do bom selvagem de Rousseau (os homens nascem bons); a ideia de que nascem maus vem da teoria genética dos alemães (ou seria das Escrituras?), cf. p. 189.

 

Logo, Julio Verne sai da solitária e sabendo que Himmler vai para Auschwitz, o professor arma um plano para matar o ministro de Hitler, mas quase morre diante do oficial. Interessantemente, ele equipara o nazismo à extrema direita (p. 198).[v] Isto é no mínimo curioso, pois as estratégias socialistas do Partido Nazista e até mesmo o próprio nome e atitudes do partido (Partido Nacional Socialista) denunciam um viés esquerdista e não o contrário, como Hannah Arendt já havia observado.

 

Por fim, Júlio Verne consegue escapar do campo de concentração, ficando em liberdade. Um detalhe curioso, onde eu e Cury somos concordantes, é o fato de que a liberdade nos encoraja a contemplar o belo (p. 207). Quando estamos presos em nossas cadeias mentais e estamos cheios de problemas que trancafiam nossas almas não podemos contemplar o belo (dentre estas prisões, a maior delas é o pecado). Penso ainda que a própria contemplação do belo (e aqui estou atinando com o fato de que é possível fazê-lo ao vislumbrar as maravilhas da criação) pode levar-nos a uma atitude libertadora em nossas ações também. Volto a narrativa, somente para dizer que Augusto Cury usou um mecanismo muito simplista para livrar seu herói (Júlio Verne): todas as vezes que este entrava em perigo, a corda cósmica era ativada e ele voltava para o futuro. Não sou um escritor de literatura imaginativa, mas penso que a narrativa seria melhor se não houvesse estes intercursos e Júlio Verne conseguisse resolver o problema sem estas “idas e vindas” no tempo.

 

Ao voltar para o futuro, novamente o Dr. Runner intervém acreditando que Júlio Verne não possui condições psicológicas para continuar fazendo estes percursos no tempo, afirmando que tais viagens não ocorreram. Isto se torna em um descalabro tendo em vista que eles mesmos criaram uma máquina para fazer a viagem (pp. 237,238).

 

Mesmo assim, depois de muito refletir, Júlio Verne resolve voltar ao passado mais uma vez disposto a matar Hitler: “Eu quero eliminar Hitler. Eu quero atacar o mais bombástico ponto de mutação da história…” (p. 248). Para conseguir este intento e voltar no ponto certo de mutação, o historiador passa a monitorar seu psiquismo submetendo-se a muitas informações sobre Hitler, provenientes de 3 grandes psiquiatras, dentre eles o Dr. Runner. Cada um dos três chegou a um diagnóstico psiquiátrico sobre Hitler: personalidade esquizoide, sociopatia e transtorno paranoico. Após extensas explicações e intervenções do próprio Júlio Verne, corrigindo as inconsistências de cada um dos psiquiatras (é isto que ocorre quando o escritor é um psiquiatra), Júlio retorna ao passado.

 

Novamente Augusto Cury professa sua crença na humanidade, mas este progressismo humanista só é possível para o nobre autor desde que seja uma humanidade não-pertencente. Para Cury, o grande risco e problema da humanidade é o “pertencimento”. Isto fica expresso nas palavras de Ângela, uma das integrantes do projeto Túnel do Tempo:

Jamais devemos vender ou entregar nossa liberdade nas mãos de um homem, um líder, um partido político, uma ideologia social, uma nação ou um grupo filosófico. Os riscos são seriíssimos. Devemos frequentar grupos, defender seus ideais, mas jamais pertencer exclusivamente a um deles. Devemos, sim, pensar como espécie, pertencer à humanidade (p. 296).

 

 

Este não-pertencimento respeitador daqueles que estão envolvidos no “pertencimento” é uma atitude passiva, incoerente e perigosa. É uma tentativa do homem dizer para si mesmo: “eu me pertenço”; espero que tais pessoas não venham a dizer um dia a algum grupo de “pertencimento” mais radical: “como não posso continuar só para mim, eu te pertenço”! Que Deus nos guarde!

 

Júlio Verne volta para o ano de 1924 e lá tem um embate nos tribunais com Hitler, vai para a cadeia junto com o austríaco, quase morre nas mãos do Dr. Runner que era um nazista infiltrado no futuro, que voltando ao passado tenta assassinar Júlio Verne. Partindo de um pressuposto que crianças são inocentes, Júlio Verne, após uma trama intensa de diálogos e ação, reconhece que o seu maior erro foi implantar janelas killer na mente de um aluno. Aqui há um ponto de contato entre Verne e os professores: quantas vezes não matamos os sonhos de alunos talentosos? Quantas ocasiões por falta de paciência não foram palco de uma cena de assassinato intelectual feito por nós a nossos alunos (dentre os quais, os principais são nossos filhos)? É um ponto de reflexão que o livro traz e que acho ser extremamente interessante e útil.

 

Júlio Verne é transportado mais uma vez, desta vez para a época da infância de Hitler. Então Júlio Verne descobre que apesar disto, ele poderia reparar seu erro ao insistir na entrada e permanência de Hitler na Escola Vienense de Artes Plásticas, mas o analista de Hitler não consentia, pois Hitler não era criativo e não podia desenvolver talentos (inatismo presente nos artistas). Julio insiste com o analista para que Hitler permaneça.

 

Tendo a oportunidade de ensinar a Hitler em sua infância, Júlio Verne, que foi morar nas proximidades de sua escola passou a mexer com o brio do menino, a partir da seguinte sacada: “toda mente é um cofre, não existem mentes impenetráveis, mas chaves erradas” (p. 341). Júlio Verne usou a chave certa!

 

Neste momento, o líder do projeto “Túnel do Tempo” chega para tentar matar Hitler, mas uma grande fenda cósmica se abre e quando Júlio Verne retorna para o futuro descobre que o Holocausto nunca ocorrera. Ele recebe uma carta do professor de Belas-Artes dizendo que iria acreditar em Júlio Verne, e por isso deu um voto de confiança para Hitler. Junto com a carta recebe um quadro assinado pelo próprio Hitler. Este permaneceu na Escola e por tal motivo não se tornou governante e assim não houve II Guerra Mundial. Ela fora apagada dos anais da história do século XXI.

 

Por meio da educação, Júlio Verne salvou a humanidade do Holocausto! O Holocausto foi apagado!

 

A trama é interessante e é lógico que não creio em uma atitude pueril de Augusto Cury de querer negar o Holocausto. Ele usa esta ficção para entendermos as possíveis mudanças sociais e políticas que o mundo pode tomar por meio da Educação. É notório sua crença em Deus ao longo da trama, bem como a influência de Viktor Frankl. Ele utiliza a crença em Deus como projeção na esperança futura e de Viktor Frankl ele encara a busca de um sentido para a vida como uma forma de estar preparado para momentos de intensos conflitos e lutas, munindo-se da psicoadaptação para poder passar pelos vales mais tenebrosos. É lógico que o legado de Frankl é algo formidável. Em breve espero estar resenhando uma de suas obras! Mas é necessário reconhecer que muito da logoterapia (ou toda ela), apesar dos resultados excelentes, muito superiores aos de Adler e Freud, não consegue apontar para o sentido da vida que conduz à Eternidade, por meio dO Caminho Único (seria querer muito destes senhores, mas não seria querer muito de cristãos que migram de sua peregrinação espiritual para se entreter com respostas psicoadaptadas para soluções meramente pontuais).

 

Na tentativa de evitar novos Holocaustos a Educação não tem as ferramentas para instrumentalizar tal intento. Ela não pode mudar o coração do homem. A erradicação do Holocausto por meio da Educação, sem o uso de armas é um grande perigo. Veja o que Paulo Freire fez no Brasil por meio do sócio-construtivismo: nossos alunos estão mais burros, nossos índices acadêmicos são os piores, nossos métodos pedagógicos são incapazes de elevar nossa cultura. A ideologia do pacifismo desarmamentista está tornando a população mais vulnerável, nossos “intelectuais” fazem apologia da drogadição, do corruptor, das minorias anti-judaico-cristãs, em nome da tolerância, do não-pertencimento e dos Direitos Humanos. É esta Humanidade que o senhor Cury almeja? Veja o que a Educação Esquerdista fez em Cuba, está fazendo na Venezuela. É esta educação que a Pátria Educadora almeja?

 

Ainda me alarmo mais ainda com a onda de negacionismo do Holocausto que acomete o mundo. O Nazismo também foi anti-cristão, como nos ensina Gary DeMar em sua fantástica obra Quem Controla a Escola Governa o Mundo. Esta onda de anti-semitismo e de anti-cristianismo em nome da tolerância tem levado muitos até mesmo a negar o Holocausto. São pessoas aversas aos E.U.A. que atribuem aos Estados Unidos o morticínio de milhões de alemães, inventando a suposta “farsa do holocausto” para recontar a história. É esta a proposta de Gerard Menuhim em sua obra Tell the Truth and shame the Devil. O que a Educação tem feito em prol da humanidade? Elaborado melhor a teoria da Evolução e o Darwinismo social para melhor propagandear suas ideias megalomaníacas e pecaminosas? Os Esquerdistas tem repassado o mito de que o Comunismo é um sistema perfeito, somente ainda não foi aplicado em sua inteireza. As nações que compraram esta ideia como URSS, Cuba, Coreia do Norte, Venezuela podem nos ensinar os “benefícios” do Comunismo. Mas a política de sabotagem nacional da Educação está nos levando a aceitar isto em nome das igualdades, dos Direitos Humanos, da ideologia de gênero, da tolerância incondicional àqueles que se adequam ao molde global do anti-cristianismo e a-conservadorismo.

 

Não! Não caiam nesta de Holocausto Nunca Mais. Os maiores psicopatas eram homens de grande educação em grandes períodos da história e não vai ser uma educação psicologizada que curará o homem de seu grande problema, será apenas Deus. O problema do homem é o pecado. Quer reverter o holocausto? Reverta a Queda do homem? Você pode? Ah! Esqueci-me que os liberais e não-cristãos não acreditam no “mito de Adão e Eva”. Mas um reverteu e foi Jesus. O senhor Cury tem feito descobertas fantásticas sobre Jesus, mas não crê na instituição fundada por ele: a igreja. Não quer pertencer a esta igreja. Por quê? Porque ela é confrontadora com os nossos próprios desejos e perspectivas.

 

Sendo assim, pergunto: por que não voltar e acabar com o Holocausto nos gulags de Stálin? Por que não voltar e apagar o holocausto ucraniano? Por que não voltar no tempo e dar fim às Inquisições, Cruzadas, o assassinato de povos ameríndios e o fim da escravidão que os próprios africanos executavam cruelmente em seus conterrâneos? Por que não experimenta escrever um livro que planeja estrategicamente dar um fim ao Estado Islâmico? Porque isto não é conveniente!

 

Então, é esta a proposta: negar as porções da história “seletivamente” escolhidas e a partir daí constuir uma “tábula rasa” Lockeana? Não, muito obrigado! Continuarei obtendo informações e tratarei de deixar meu espírito e minha alma serem dirigidos por Cristo, o Redentor, aquele que vive e reina hoje e não apenas “o homem mais inteligente da história”.

 

Estas observações mais severas são dirigidas mais especificamente aos cristãos que aderiram à Curymania ou à Curylatria. Muitas ideias louváveis podem ser encontradas nos escritos do senhor Augusto Cury, muito úteis no combate à depressão, ansiedade, à ditadura da beleza, na busca do homem em sentido pela vida. Mas, meu caro irmão, a Bíblia já nos dá claramente as ferramentas para este sentido e o encontra em Jesus, centro da História, que aponta para a eternidade. O viés de Cury é antieclesiástico! Siga a Cristo, tome a Bíblia como sua regra de fé e prática e aproveite de Cury aquilo que pode ser útil e não o contrário.

 

Um Dia um Holocausto ocorrerá, mas o grande Soberano que o perpetrará será este Jesus tão aclamado por Cury. Eu espero estar ao lado de Cristo e espero ter parte em seu Reino Futuro. Que Deus nos livre das sutis concessões e dos sutis espantalhos e readaptações da História! Amém!

 

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Notas de fim:

[i] Sugiro ao leitor que também leia minha resenha desta obra, disponível em:   https://farescamurcafurtado.wordpress.com/2017/01/18/resenha-03-o-colecionador-de-lagrimas-holocausto-nunca-mais-augusto-cury/

 

[ii] Os dois livros foram reunidos em único volume na seguinte publicação: CURY, A. Holocausto nunca mais. São Paulo: Planeta, 2015, 576 pp.

 

[iii] Para mais detalhes sobre a incoerência do suposto aquecimento global, consulte: http://www.olavodecarvalho.org/ciencia-ou-palhacada/

 

[iv] Seria interessante saber até que ponto este excesso de informações de fato é absorvido. É notório que o acúmulo de informações e a superexposição a mídias, impede que o indivíduo capte e processe de maneira adequada todas estas informações. Bem, pelo menos é uma hipótese que formulo, baseada em minha própria experiência e de outros colegas e crianças.

 

[v] Marcelo Consentino, no prefácio da obra “Por que virei à direita”, que conta com ensaios de João Pereira Coutinho, Luiz Felipe Pondé e Denis Rosenfield (São Paulo: Três Estrelas, 2014), afirma que nazismo e fascismo são facções da chamada extrema direita (p. 15).

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