Resenha 29: Em Busca de Sentido (Viktor E. Frankl)

RESENHA 29

Em Busca de Sentido

Autor: Viktor E. Frankl

38ª Ed. – São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 2015, 184 pp.

Tradução: Walter O. Schlupp e Carlos C. Aveline.

Leitura realizada entre os dias 08 e 10 de março de 2017.

 

Viktor E. Frankl (1905-1997) foi um neurologista e psiquiatra conceituado internacionalmente. Suas pesquisas no campo terapêutico estão em paralelo com Freud e Adler e, cada vez mais, ganham repercussão na Europa, Estados Unidos e também no Brasil. As pesquisas de Frankl culminaram no desenvolvimento de sua teoria principal: a logoterapia (focada na busca de um sentido), que hoje faz um contraponto importante à Psicanálise freudiana (focada na pulsão sexual) e à psicoterapia adleriana (focada na auto-estima). O texto desta obra é baseado em uma edição de 1984, o qual conta, na parte I, com o relato autobiográfico de sua sobrevivência nos campos de concentração nazistas (estrategicamente construído visando expressar as bases fundamentais da logoterapia); em seguida, na parte II, há uma exposição propriamente dita da logoterapia. Por fim, na parte III, ele trata de uma perspectiva otimista quanto ao futuro a partir das experiências trágicas do passado.

Sua intenção no relato não é apresentar macabras descrições de fornos crematórios em Auschwitz. Frankl intenta, isto sim, apresentar um relato ordenado de como diante de uma exposição trágica ao sofrimento, não o sofrimento do outro, mas o seu próprio sofrimento nu e cru, o homem pode alcançar um sentido para a vida e conseguir sobreviver diante das circunstâncias mais adversas possíveis.

Sua narrativa nos faz pensar na responsabilidade humana, por meio de uma atitude mental adequada diante do sofrimento, e da providência divina, que, mesmo diante de uma probabilidade ínfima, concede a sobrevivência para alguns homens. Seu relato me fez lembrar do filme “O Pianista” e do épico Judá Ben-Hur, que soube lidar com as tensões de uma derrocada financeira, deixando a elite de Jerusalém para atuar como remador nas galés romanas. Nos três exemplos citados (Viktor Frankl, o pianista e Judá Ben-Hur) temos três períodos vivenciados: ascensão social, derrocada e retomada triunfante de suas atividades. Os aspectos psicológicos que possibilitam esta retomada na mente do homem é o objeto de estudo de Viktor E. Frankl na presente obra.

Ele descreve a vida no campo de concentração em três fases: a recepção no campo, a vida no campo e a vida após a libertação. Na fase de recepção, ele aponta para a ansiedade e o medo prévios à chegada e vai descrevendo gradualmente como foi poupado da seleção inicial para a morte e relata que apesar disto ter lhe trazido alegria e esperança, pouco-a-pouco a crueza e a triste realidade foi lhe despindo de todos os seus bens materiais, de sua saúde e, para muitos trouxe um senso de vazio existencial (nihilismo), levando-os ao suicídio. Viktor Frankl descobriu logo nos primeiros dias no campo de concentração a realidade da frase de Dostoievski, que “define o ser humano como o ser que a tudo se habitua” (p. 32). Frankl se habituou, não sabe como, mas se habituou.

A segunda fase diz respeito à vida no campo de concentração. Frankl descreve a apatia dominante nos concentrados, como um mecanismo de sobrevivência. Eles se acomodam ao mau cheiro, à magreza, aos maus tratos, ao trabalho extenuante, às condições quase impossíveis de sono. Depois de muita exposição a cadáveres, já não havia mais espanto na morte do próximo, num estado de apatia, insensibilidade emocional e indiferença (p. 38). Apresenta que a dor maior não é a física, mas a do desprezo e do escárnio (imagine um médico bem-sucedido passar a ser escarnecido como um mero animal num campo mal cheiroso e submetido aos mais humilhantes tipos de trabalho e de zombarias!). A vida no campo de concentração era cruel de maneira que era preferível um grande pesadelo que a triste realidade do campo (p. 45). Neste estado deplorável de subnutrição os homens não manifestavam seu instinto sexual. Suas pulsões eram direcionadas para alimentação (onanismo estomacal, como descreve Frankl), de maneira que nem mesmo em sonhos era comum haver imagens eróticas (p. 49).

Os prisioneiros tinham uma inclinação aguçada por política e religião, mas somente aqueles que conseguiam fugir para dentro de si, principalmente aqueles que tinham uma vida intelectual ativa, eram os mais propensos a sobreviver. Para escapar dos delírios do tifo, por exemplo, Frankl afirma:

procurei manter-me acordado a maior parte da noite. Por horas a fio, fazia discursos mentalmente. Por fim passei a reconstruir, com rabiscos estenográficos, em minúsculos pedaços de papel, aquele manuscrito que tive que jogar fora antes da desinfecção em Auschwitz (p. 52).

 

Veja como o foco voltado para um sonho futuro pode gerar esperanças e energias físicas e mentais capazes de levar um homem a suportar doenças, subnutrição, frio, humilhações, espancamentos, etc.

Em certos momentos da descrição não podemos vislumbrar uma crença em Deus, mas isto pode ser fruto meramente do objetivo científico da descrição: “éramos gratos ao destino quando ele nos poupava de sustos, os mínimos que fossem” (p. 66). Desta forma, valendo-se do “destino” e do desejo de ser liberto do joguete nazista, Frankl constrói sua narrativa de maneira eloquente até o momento de sua libertação do campo de concentração. Sobre a sobrevivência e a disposição a lutar pela vida, ele afirma:

A observação psicológica dos reclusos, no campo de concentração, revelou que somente sucumbe às influências do ambiente no campo, em sua evolução de caráter, aquele que entregou os pontos espiritual e humanamente. Mas somente entregava os pontos aquele que não tinha mais em que se segurar interiormente! Em que deveria e poderia consistir esse apoio interior? Eis a nossa questão.

 

Perceba o caráter subjetivo da análise existencial. Mas a vitória interior só poderia ser alcançada por aqueles que tivessem seu foco na dimensão futura, em certo sentido do ponto de vista da eternidade. Ele cita Espinoza como fonte educadora para suportar os maiores sofrimentos: “A emoção que é sofrimento deixa de ser sofrimento no momento em que dela formamos uma ideia clara e nítida” (p. 98). Como disse Nietzsche: “Quem tem por que viver aguenta quase todo como” (p. 101). Sendo assim o indivíduo passa a perguntar pelo sentido da vida.

Para Fankl, o sofrimento o fez encontrar o sentido da vida, ao analisar sua existência de maneira holística. Isto o fez conhecer melhor quem é o homem e esta ciência é determinante para o seu destino. Como ele bem afirma:

O que é, então, um ser humano? É o ser que sempre decide o que ele é. É o ser que inventou as câmaras de gás; mas é também aquele ser que entrou nas câmaras de gás, ereto, com uma oração nos lábios.” (p. 113).

A terceira fase descrita é a fase pós-libertação. Inicialmente, mesmo libertos, eles não encontraram contentamento. Após anos de reclusão era necessário reaprender a alegrar-se. Ele sempre usa analogias espirituais (e não se tratam de meras analogias para ele) para apresentar a ideia de nova vida após o campo de concentração. É interessante notar que mesmo dizendo que nenhuma felicidade conseguiria sobrepujar o sofrimento no campo, eles não estavam preparados para a infelicidade (p. 119). O sofrimento profundo no momento em que se sente parece nunca mais ter fim, mas a felicidade da liberdade recuperada, uma vez sentida, coloca de escanteio todo o sofrimento passado. Nas palavras de Frankl:

E se houve um dia em sua vida em que a liberdade lhe parecia um lindo sonho, virá também o dia em que toda a experiência sofrida no campo de concentração lhe parecerá um mero pesadelo. Essa experiência do libertado, porém, é coroada pelo maravilhoso sentimento de que nada mais precisa temer neste mundo depois de tudo o que sofreu – a não ser seu Deus. (p. 119)

 

Ao final da narração, Frankl revela finalmente o valor último que leva o homem a encontrar sentido na vida: Deus. Ele começa tratando de destino, vai alocando algumas preces e orações e por fim apresenta o sentido da vida relacionado ao temor a Deus.

Na parte II, os principais conceitos da logoterapia são apresentados mais amiúde. A Logoterapia é uma psicoterapia centrada no sentido. Não é tanto introspectiva ou autocentrista, mas confronta o indivíduo com sua razão existencial e o leva a refletir sobre suas ações no presente reorientando-o com base no sentido de sua vida. Não é tanto “eu posso” (Adler) ou “eu desejo” (Freud) mas “eu quero um sentido”.

Todos possuem uma vontade de sentido que precisam desenvolver e potencializar. Ela é superior ao desfrute de prazeres e à busca por poder e auto-afirmação. No entanto, a maioria dos indivíduos possuem esta vontade frustrada e entram em neurose. Existem neuroses noogências e as psicogências. Para as noogências não adianta fazer psicoterapia habitual, é necessário a logoterapia (esta foi a sacada de Frankl em relação a Freud e Adler). Assim, por exemplo, uma pessoa que não se encontra frustrada em sua função não necessariamente possui problemas com o seu pai, mas por meio de um diálogo pode-se perceber que sua vontade de sentido (o fim que a realiza) não se encontra naquela profissão. Ao mudar para a profissão que o satisfaz o indivíduo fica livre da neurose. Cada caso é tratado indivudualmente e tem gerado resultados profícuos por muitos discípulos de Viktor Frankl.

O problema da humanidade é que está imersa num vazio existencial e a desordem de sua vida gera um verdadeiro nihilismo, evidenciado por exemplo na neurose dominical:

Aquela espécie de depressão que acomete pessoas que se dão conta da falta de conteúdo de suas vidas quando passa o corre-corre da semana atarefada e o vazio dentro delas se torna manifesto. Não são poucos os casos de suicídio que podem ser atribuídos a esse vazio existencial. Fenômenos tão difundidos como depressão, agressão e vício não podem ser entendidos se não reconhecermos o vazio existencial subjacentes a eles.

 

Veja que a logoterapia não analisa as mazelas da humanidade meramente do ponto de vista genético, bioquímico, tampouco faz uma dicotomia entre o espiritual e o carnal.

Para Frankl, entretanto, mesmo crendo em Deus, não há um sentido abstrato para a vida. Não é que haja um sentido para a vida. Na verdade a vida é quem pergunta para você: qual é o sentido pra ti? E sua resposta a isto é determinante para alcançar este sentido. O princípio de responsabilidade (de responder estas questões profundas e íntimas do indivíduo) é necessário para a satisfação existencial.

Este princípio pode ser melhor expresso pela máxima: “viva como se já estivesse vivendo pela segunda vez, e como se na primeira vez você tivesse agido tão errado como está prestes a agir agora” (p. 134). Tal raciocínio estimula o indivíduo a ser mais responsável e consequentemente alcançar mais êxito em sua existência. É necessário, porém dizer, que a logoterapia não é pregação ou instrução. Ela não pinta um quadro, mas nos oferece lentes para enxergar o mundo.

Outro princípio logoterápico é a autotranscendência da existência humana. O indivíduo não consegue ser feliz fechado em si. Quando começar a amar os outros e a reconhecer o valor real do sentido da vida além de si então poderá encontrar autorrealização, pois esta só existe para “além do ente em si”. Esta atutotranscendência leva o homem a um suprassentido que está para além de sua própria existência. Curiosamente ele termina a segunda parte com o mesmo raciocínio sobre a humanidade. Tudo é uma questão de cosmovisão, como você vê o mundo: de forma pessimista ou mesmo diante das câmaras de gás, porta-se de cabeça erguida, confiante em Deus (parece que esta confiança em Deus atingiu Frankl, mesmo que isto não seja bem delineado ao longo da parte II).

A parte III é fruto de uma palestra dada pelo autor. Mostra como o indivíduo pode adquirir sentido e ter uma atitude otimista (não romanceada) da vida a partir das experiências trágicas vivenciadas no passado. Ele nos mostra a sutileza da real busca do homem. Não é a felicidade em si que o homem busca, mas uma razão para ser feliz. Isto pode ser obtido por meio de um trabalho ou vocação, por meio do amor, porém, de maneira mais intensa pode ser atingido, mesmo na ausência dos dois primeiros. Isto fez-me pensar no Salmo 27:10 – “porque, se o meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá”.

A veia existencialista de Viktor Frankl é visível de modo escancarado na frase abaixo:

Será que o significado último da vida não se revela também (quando se revela) só no seu final, a um passo da morte? E será que também esse sentido final não depende de o sentido potencial de cada situação particular ter sido realizado da melhor maneira possível, de acordo com o conhecimento e as crenças do indivíduo.

 

Para Frankl, a existência toda do indivíduo está conectada com cada situação existencial específica, de maneira que a responsabilidade do indivíduo para com a sua consciência e a sociedade vivenciada de forma coerente com suas crenças é que dará ao indivíduo este sentido final de sua existência ao ponto de dizer: “valeu a pena”.

É necessário fazer algumas breves ponderações sobre a obra. Primeiro, não se trata de uma abordagem cristã, tampouco religiosa. Ela pode lidar com o caráter religioso, mas seu foco visa apenas ajudar indivíduos frustrados em sua existência a refletir sobre o significado de suas vidas e ajudá-los a recuperar sentido para viver em situações práticas (uma mãe entregue a depressão profunda pela morte de um filho, um empresário frustrado com sua carreira apesar do sucesso financeiro, etc.). Com a logoterapia, Frankl espera dar diretrizes gerais para que o indivíduo possa encontrar em “si” e “para fora de si” o real sentido de seu viver.

É válido ressaltar que como metodologia psiquiátrica, a logoterapia se mostrou bem mais eficaz que o freudianismo ou o adlerismo, dando-nos evidências empíricas de que mesmo um método não-religioso de abordagem da “alma” pode nos oferecer ferramentas úteis para abordar um irmão com depressão, um não-cristão buscando ajuda diante da iminência de um suicídio e coisas do gênero.

Uma situação, à guisa de exemplificação. No meio cristão, o indivíduo pode exercer vários cargos, ser um excelente burocrata evangélico e no final do dia, afundar-se em seu travesseiro e olhar para dentro de si, vislumbrando um total vazio existencial, incapaz de ter coragem para buscar a Deus ou ler a sua Bíblia. Esse cristão que deveria viver de modo alegre, por ter encontrado o amor (mesmo que tarde tenha amado a Deus) e ter encontrado razão para ser feliz porque serve a Deus por meio de sua vocação, não se sente feliz com seu trabalho, tampouco consegue amar as pessoas, e isto se evidencia por um trabalho mal feito e descompromissado e numa total inação para o evangelismo. O que fazer? As ferramentas logoterapêuticas podem ajudar este indivíduo por meio da Palavra de Deus a buscar um sentido imediato, um sentido continuado e um sentido último para a sua existência. O princípio da vocação pode ser descoberto por meio do autoconhecimento, da habilidade para lidar com certas coisas e das oportunidades proporcionadas. O renascimento do amor pode ser restaurado neste indivíduo por meio de uma pregação, de uma reflexão, mas sempre levando-o a pensar qual é o valor último de sua vida e como isto pode gerar sentido. É lógico que se fosse genérico todos seriam iguais em função e exercício dos dons, mas há diversidade de dons. Há diversidades de interações sociais. E esta necessidade logoterapêutica é manifesta em obras do tipo: “Como descobrir a vontade de Deus para sua vida”. A vontade de Deus realizada em minha vida é outra forma de dizer para o cristão que ele encontrou o sentido específico para o qual deve viver para glorificar a Deus. Esta ciência às vezes é logo detectada, muitas vezes é descoberta progressivamente e em outras situações só depois de muito apanhar. Porém, o indivíduo pode perder o emprego, pode perder os filhos e ser abandonado por amigos e pela esposa, inválido em um leito de hospital, agonizando em dores por anos à fio. Seria possível conseguir encontrar razão para viver ainda assim? A noção de um suprassentido é que leva a pessoa a suportar o sofrimento antevendo o gozo futuro quando um dia se encontrará com Cristo. Quando esta felicidade pode chegar? Quando o sonho tão almejado pode chegar?

Quando o foco está especificamente na busca do auto-deleite, ele não chegará. É similar à ilustração do sucesso dada pelo próprio Viktor Frankl:

Não procurem o sucesso. Quanto mais o procurarem e o transformarem num alvo, mais vocês vão errar. Porque o sucesso, como a felicidade, não pode ser perseguido; ele deve acontecer, e só tem lugar como efeito colateral de uma dedicação pessoal a uma causa maior do que a pessoa, ou como subproduto da rendição pessoal a outro ser. A felicidade deve acontecer naturalmente, e o mesmo ocorre com o sucesso; vocês precisam deixá-lo acontecer não se preocupando com ele. Quero que vocês escutem o que sua consciência diz que devem fazer e coloquem-no em prática da melhor maneira possível. E então vocês verão que a longo prazo – estou dizendo: a longo prazo! – o sucesso vai persegui-los, precisamente porque vocês se esqueceram de pensar nele

 

Perceberam como nesta teia de situações práticas, os princípios da logoterapia podem nos auxiliar como ferramentas para abordar um determinado problema, mesmo a nós cristãos que temos a Bíblia como regra de fé e prática? Para os adeptos do aconselhamento noutético, eu indicaria a leitura desta obra. Assim como um indivíduo pode extrair benefícios pessoais a partir de literatura imaginativa, ele também o pode fazer por meio de literatura psicológica extra-bíblica.

Podemos utilizar a logoterapia como ferramenta evangelística, partindo do argumento teleológico voltado para a existência de Deus, caminhamos para o princípio teológico necessário para conduzir a existência do homem. Um sentido último que o faz viver, que faz a vida ter sentido. Eis a ideia de Frankl.

Agora, faz-se necessário acautelar o leitor para o espectro existencialista e pragmático de Frankl. Somos cristãos e sabemos que é impossível encontrar um sentido último que nos faça feliz se nossa felicidade estiver ancorada em um valor flutuante. Neste sentido, qualquer encontro com “o sentido da vida” não gerará no indivíduo aquela felicidade eterna. Em outras palavras, nós cristãos, sabemos que plenamente só Jesus pode nos dar este sentido. Porém, entendamos, que isto não nos impossibilita de usar alguns aspectos das ferramentas logoterápicas voltadas para auxiliar pacientes que se encontram em condições de crise. Pense, medite e verifique se não é possível aprender também com “os de fora”.

Anúncios

2 comentários sobre “Resenha 29: Em Busca de Sentido (Viktor E. Frankl)

    • Caro mestre Almir Marcolino, muito obrigado pelas palavras. A obra de Frankl é realmente muito boa e a sua escrita é muito cativante. Posso dizer que usando a Palavra de Deus, em um certo sentido, seus conselhos e suas palavras de admoestação para mim tem sido, biblicamente falando, “logoterápicas”. Muito obrigado por sua amizade e pelo seu pastoreio.

      Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s